terminei de ler o livro “O Avesso da Pele”, de Jeferson Tenório – foi a leitura de um clube de leitura que faço parte. no último ano e meio (desde quando tenho kindle, ou seja, livros gratuitos, rs), ao invés de gastar tempo lendo um livro que não gosto tanto, se chego nos 50% do livro e ele ainda não me pegou de algum jeito, eu paro. meu companheiro diz que tem muito livro bom no mundo, pra gente ficar lendo livro que acha marromens – e eu finalmente concordei.
confesso que não fosse pelo clube, eu pararia a leitura, mas segui e acabei dando a nota 3 (em 5) no meu skoob, rs. li algumas resenhas, na própria rede social, e vi que é um livro bastante elogiado, provavelmente já foi indicado em alguma newsletter da Gama Revista e muito bem indicado por críticos literários. fato é que trata de uma temática importante – muito importante: o racismo no Brasil. mas trata do assunto de maneira tão didática, que chega a me incomodar. de maneira tão direta, quase que como se estivesse explicando coisas em um artigo – me pareceu até um desperdício de suporte (o livro literário). e, poxa, penso que a literatura possibilita tantas outras maneiras de falar sobre algo, metáforas, referências subentendidas, maneiras menos óbvias e mais interessantes.
obs.: encontrei meras duas críticas (negativas) ao livro na rede social, uma seguia mais ou menos a minha linha, outra era mais de cunho pessoal.
