gente, o álbum do dia de ontem, só consegui parar para postar agora porque queria me aprofundar um pouco mais, pesquisar a capa, assistir o filme que foi lançado com ele, porque, assim, é uma obra de arte, viu? nó!!! o álbum escolhido foi “Rock Doido” de Gaby Amarantos.
que delícia de música de ouvir alto (e olha que não sou de ouvir música alta)! as minhas favoritas, pelo jeito, foram as favoritas da maior parte da população (será que tem alguma explicação científica para isso? para algumas músicas serem mais “gostáveis” que as outras?): “Te Amo Fudido” e “Foguinho”. ah, gostei também até da quase-sertaneja (na real, não, tecnobrega é tecnobrega, é essa misturada mesmo – eu acho, né, não sou grande entendedora): “Não Vou Chorar”.
“mas que eu posso fazer se é tu que eu amo seu fudido!!!!!!!!!” – aquelas músicas que você canta como se vivesse aquilo, como se tivesse um fudido na sua vida kkkk

e essa capa hipnotizante? antes de saber que tinha o filme, fiquei super curiosa com a capa. depois descobri que as pessoas que lá aparecem são as pessoas que participaram do filme “Rock Doido”. filme esse que não tem como descrever, só vendo. veja! divertido e emocionante. lindo demais! me deu até vontade de ir em uma festa de aparelhagem no Belém do Pará, deve ser uma experiência sensorial, estética, transcendental e tanto, haha.
e não pude deixar de notar nos looks da diva no filme, nos looks de geral do filme, na real. coisa mais linda de se ver! um bálsamo para os olhos que tanto vêem clean girls na internet! uma coisa autêntica, colorida, vibrante, cheia de vida e história! Gaby Amarantos sempre foi babadeira, né?



detalhe: camisa com artistas paraenses estampados.










ai, foi muito difícil selecionar as fotos que iriam ilustrar essa postagem, viu.
e sobre o figurino do filme “Rock Doido”:
“Para além da música, o filme também é sobre moda. O styling de Bruno Pimentel reuniu estilistas e estudantes da Universidade da Amazônia (Unama), numa força-tarefa que transformou o set em passarela. O objetivo: mostrar uma Amazônia fashion, colorida, vanguardista – distante do estereótipo da floresta apenas folclórica.” (trecho dessa matéria).
essas festas de aparelhagens devem ser uma doideira mesmo:
“Do figurino com garra de tigre e “short beracu” à capa usada no momento do benzimento, o filme traduz a fusão entre festa popular e religiosidade. O final reproduz um gesto comum das aparelhagens: encerrar a balada com um hino ou louvor, unindo devoção e pista.” (outro trecho da mesma matéria citada).
estou gabyamarantizada:

virei rockdoider:

