absolutamente viciada em “Lux”, da Rosalia. bom demais demais!!!
as minhas favoritas até então são “Porcelana”, “La Perla”, “Dios es un stalker” e “Berghain”, né, hehe. eu não era de escutar a diva, aí aproveitei pra escutar “Motomami” e hoje “um álbum por dia” vai ser “dois álbuns por dia” (“dois álbuns por alguns dias” acho que seria melhor, afinal faz uns dias que estou viciada na mami).
além disso, to assistindo uns cortes de entrevistas com ela e a mami é muito inteligente e dedicada, né? to achando ela muito muito muito maravilhosa (tanto intelectual quanto esteticamente, hehe).
att.: minhas favoritas dez dias depois são: “Porcelana”, “De Madrugá”, “La Yugular”, “Magnolias”, ou seja, é praticamente um no-skip album.
o cu da minha família (kkkkkk não falava isso há anos, muito bom, né?).
to desde ontem viciada em “West End Girl”, novo álbum da Lily Allen. meu deus, é bom demais, tem música pra todos os gostos, uma coisa meio Brat, outra meio dub, sei lá, outra mais Lily 2000 e pouco, e tudo naquela voz gostosinha da diva. e, assim, eu não entendo nada de música, mas os arranjos (é assim que fala?) são muito bons, cada coisinha de cada música: a música parando e ela no telefone, a ambientação meio bang bang em outra. o álbum é tão bom, que ainda não consegui escolher minhas favoritas.
obs.: não vou nem falar de todo o contexto/a história que conta o álbum: uma doideira, uma dor enorme. mas gosto de quando a Lily diz que não queria que ela soasse como uma vítima, mas, sim, que soasse como uma coisa brutal e trágica e, ao mesmo tempo, empoderadora.
ai, muónas, esses dias estou viciadíssima no “Baile da Dona Onça” e numa das 73826 vezes que escutei o álbum, começou a tocar uma música da Ajuliacosta e eu resolvi ouvir o álbum novo dela. e, vou te dizer: babado, viu! gostei demais!!! me sinto uma pretona faveladona empoderada ouvindo – mas eu sou só uma nipo-brasileira de classe média (empoderada, sim, senhora!) ouvindo, rsrsrs, eu seeeeei. tipo eu ouvindo Mac Julia: “eu que seguro tua glock rajada quando os bota brota fuga do plantão” kkkkkkkk aiai
minha favorita desse álbum da Aju certamente é “Pense como uma diva”!
dia desses tava trabalhando com um projeto da Paige na firma. era o de lançamento do primeiro álbum, como não tinha escutado, óbvio que parei para ouvir. achei ok. lembrei (só pelo fato de elas serem conterrâneas mesmo, nenhuma similaridade) de um álbum da Mac Julia que amo, o “Sextape: Love Me Two Times”, ouvi depois de aaanos. aí parei para escutar o mais recente “Baile da Dona Onça” e gostei demais.
att.: okkk o carai, ouvi mais umas vezes e o álbum é bom demaaaaisss: to viciada. as músicas que mais to ouvindo são “Fiel à Cachorrada” e “Empurra”. dona onça com a absoluta certeza!!!!!!!
hoje voltei assim: bem latina mami (sei que nós, brasileiras, somos latinas, mas em espanhol me soa tão mais latino, rsrs), porque ouvi o álbum BAÑO MARÍA do CA7RIEL & Paco Amoroso e adoooreeeiii. bom demais!!! quer dizer, sei lá se é um álbum bommm, com uma qualidade musical (?), instrumental (?), lírica (?), mas dá um negócinho e é meio chiclete, então é bom. as minhas favoritas foram: “MI DIOSA”, “AGUA” e “EL ÚNICO”.
ah, o nome da postagem é porque a palavra que mais ouvi nas músicas foi “culito”, numa delas bem assim: “quiero comer tu culito” e fiquei imaginando uma música em português que falasse “quero comer seu cuzinho”. explicit, né, mona??? será que tem uns funk putaria que fala isso e eu nem sei?
entre ontem e hoje, ouvi o novo álbum do Don L, “CARO Vapor II – qual a forma de pagamento?”. há alguns minutos, estava pensando que prefiro o “Roteiro para Aïnouz (Vol. 2)”, agora to pensando que devo ouvir ele mais vezes. música é isso também, né? familiarizar-se… – quando a música não é insuportável, é claro… quando você sente que ela tem potencial.
então, vamos ouvir mais algumas vezes, né!
ahhh, tinha me esquecido de um detalhe muuuito importante: nesse álbum tem uma música com participação da Anelis Assumpção!!! com uma música que começa com um trecho de uma das músicas que mais amo do Itamar “Tristeza Não”. só isso já é motivo mais que suficiente para dar mais algumas chances!!!
dei uma nova chance à banda HAIM e escutei o álbum recém-lançado delas, “I quit”, hoje. nossa, que albunzinho mais meia-bomba, talvez eu não goste da música delas mesmo…
nem vou colocar a capa do álbum, pois preguiça e acho que elas nem merecem, hehehe.
o álbum do dia foi “Deekapz FM”, do duo Deekapz. e confesso que nem sabia direito quem eram – vi na newsletter de indicações da Gama – e que na minha cabeça falava algo que soava como “dicapaz”.
gostei do álbum, principalmente das músicas “Nóis é o Trem” e “Ego”, e gostei de ser uma simulação de uma rádio sintonizada, com direito a som diretão e até anúncio de hora (“são cinco pra daqui a pouco”, hehehe).
ainda não entendi se eles fazem a melodia das músicas, o arranjo, o instrumental, as batidas, sei lá, hehe, mas vou pesquisar.
o álbum do dia 12 foi o “TecnoShow”, também da Gaby Amarantos, afinal, fiquei tão obcecada pela diva que não pude deixar de tomar ciência que a bicha ganhou um Grammy Latino com ele, né, hehe. e, assim, quando ouvi em um primeiro momento, confesso que não gostei muito, achei karaokê demais – melodias de músicas gringas, com letras em português -, sei lá, não estou acostumada. mas ouvi algumas músicas dele de novo hoje, no som mesmo, alto, e achei divertido. a capa é maravilhosa, né, bem estética anos 2000 + o maximalismo paraense com essa roupitcha, o cd aparecendo na capinha transparente – me lembrou o cd da Rouge, que a capinha de acrílico tinha glitter nele todinho.
obs.: amei esse clipe (não é desse álbum, mas apareceu aqui)!
gente, o álbum do dia de ontem, só consegui parar para postar agora porque queria me aprofundar um pouco mais, pesquisar a capa, assistir o filme que foi lançado com ele, porque, assim, é uma obra de arte, viu? nó!!! o álbum escolhido foi “Rock Doido” de Gaby Amarantos.
que delícia de música de ouvir alto (e olha que não sou de ouvir música alta)! as minhas favoritas, pelo jeito, foram as favoritas da maior parte da população (será que tem alguma explicação científica para isso? para algumas músicas serem mais “gostáveis” que as outras?): “Te Amo Fudido” e “Foguinho”. ah, gostei também até da quase-sertaneja (na real, não, tecnobrega é tecnobrega, é essa misturada mesmo – eu acho, né, não sou grande entendedora): “Não Vou Chorar”.
“mas que eu posso fazer se é tu que eu amo seu fudido!!!!!!!!!” – aquelas músicas que você canta como se vivesse aquilo, como se tivesse um fudido na sua vida kkkk
e essa capa hipnotizante? antes de saber que tinha o filme, fiquei super curiosa com a capa. depois descobri que as pessoas que lá aparecem são as pessoas que participaram do filme “Rock Doido”. filme esse que não tem como descrever, só vendo. veja! divertido e emocionante. lindo demais! me deu até vontade de ir em uma festa de aparelhagem no Belém do Pará, deve ser uma experiência sensorial, estética, transcendental e tanto, haha.
e não pude deixar de notar nos looks da diva no filme, nos looks de geral do filme, na real. coisa mais linda de se ver! um bálsamo para os olhos que tanto vêem clean girls na internet! uma coisa autêntica, colorida, vibrante, cheia de vida e história! Gaby Amarantos sempre foi babadeira, né?
detalhe: camisa com artistas paraenses estampados.
ai, foi muito difícil selecionar as fotos que iriam ilustrar essa postagem, viu.
e sobre o figurino do filme “Rock Doido”:
“Para além da música, o filme também é sobre moda. O styling de Bruno Pimentel reuniu estilistas e estudantes da Universidade da Amazônia (Unama), numa força-tarefa que transformou o set em passarela. O objetivo: mostrar uma Amazônia fashion, colorida, vanguardista – distante do estereótipo da floresta apenas folclórica.” (trecho dessa matéria).
essas festas de aparelhagens devem ser uma doideira mesmo:
“Do figurino com garra de tigre e “short beracu” à capa usada no momento do benzimento, o filme traduz a fusão entre festa popular e religiosidade. O final reproduz um gesto comum das aparelhagens: encerrar a balada com um hino ou louvor, unindo devoção e pista.” (outro trecho da mesma matéria citada).