
saia texturas e formas camisa encerada estrutura barriguxa de fora colar de prata anel amarelo

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Site que uma gata fez, parte de uma série de vingança, para uma amiga que foi traída pelo marido, um homem “who can barely read”.
Um site em que é possível criar um gráfico para bordado em ponto-cruz baseado em qualquer imagem que você quiser, inclusive fotografia. Chique!


A laranja favorita da minha avó é Lima. A da vó de Barbra é Serra D’água. Ambas muito doces e pouco ácidas.
Após essa constatação, lembrei dessa música que adoro:
Só quem tem vagina sabe o quanto qualquer alteraçãozinha de pH já faz a bendita entrar em um quadro de Candidíase ou de Vaginose Bacteriana – ou seja lá o que for, que ainda não descobrimos. É um saco. Então, hoje Barbra me mostrou o empreendimento de uma ginecologista visionária (deve estar nadando em $) e eu fiquei com vontade de comprar o produto. É um exame que faz um mapeamento que os exames que a gente costuma fazer não alcançam:
“Com uma coleta simples feita em casa, analisamos por DNA mais de 30 microorganismos — e entregamos, junto com o resultado, a prescrição personalizada para o que o SEU corpo precisa. O que você recebe: Diagnóstico molecular completo (não é microscopia, é DNA-PCR); Mapeamento do microbioma vaginal (lactobacilos protetores, bactérias, fungos); Detecção de ISTs: Clamídia, Gonorreia, Tricomoníase; Identificação de 7 espécies de Candida (inclusive as resistentes a tratamento); Rastreio e identificação dos 14 tipos de HPV de alto risco; Prescrição de tratamento personalizada baseada no SEU resultado”.
É meio carinho $? É! Mas o tanto de dinheiro que eu já gastei com consultas, exames, remédios, pro ginecologista receitar sempre o mesmo remédio (que claramente não resolve)… já daria pra comprar, no mínimo, uma dezena de exames desse.
Vou guardar o link aqui para a próxima crise ginecológica:
https://www.seeme.life/product-page/check-up-vaginal-completo
Ah, lembrei de um tiktok de uma ginecologista fazendo microscopia do corrimento da amiga ouvindo Olivia Rodrigo (com certeza vai pro Acervo, quando tiver o link, coloco aqui).
Já tive um sem-números de blogs/sites na vida. O primeiro site que idealizei, e minha tia começou a programar, se propunha a ser um diário coletivo – mas separado – em que eu escreveria em uma área só minha e minhas amigas em suas respectivas áreas. Lembro direitinho da divisão entre cabeçalho, barra lateral de menu e corpo do site, da imagem das Bratz que escolhi para ilustrar e do plano de fundo rosa choque. Esse nem chegou a ir pro ar. Já tive blog chamado “Rascunho Um”, “É só vontade de escrever”, “Explícito Um” (o que será que tinha nele, ein? rs), “Pasta Virtual Anita”, “Ameixas: ame-as ou deixe-as”, “Yogini” (kkk meu deus), “Anita-florrr” (em homenagem a como minha mama linda me chama), “aanitaseria” e alguns outros perdidos pela websfera. O que todos eles tinham em comum? Eram todos privados, não divulgados, só para mim. Sempre foi algo meu, isso de querer escrever e guardar, registrar… essa coisa com a memória. Quando era criança tinha uma caderneta telefônica da Hello Kitty em que tinha escrito o meu próprio nome seguido de “(eu)” – dizia que era pra, caso eu perdesse a memória, eu saber que a Anita era eu. Eu quero lembrar de tudo, a todo tempo. Criança também, nos anos 2000, tinha até um caderninho de sites – olha que coisa engraçada: era um caderninho, com “www._________” impresso por todas as páginas, para registro de sites favoritos de uma pessoa (ou uma casa – antigamente essas coisas tinham um caráter mais coletivo, né?). Haha, uma mistura de digital com analógico interessante…
Paradoxalmente, ao mesmo tempo em que queria registrar tudo, a todo tempo, tive momentos em que queria “recomeçar do zero”, então, ia lá, apagava o blog do momento e começava um novo. Isso acontecia também com redes sociais, já tive várias contas do Facebook, do Twitter, do Instagram. O que, no final das contas, me fez perder uma série de registros legais – que arrependimento!!! Mal sabia aquela Anitinha que não existe “do zero”, que ela é uma junção de tudo que já foi e fez, seja “cringe” ou não, rs.
Entããão, para homenagear a Anitinha doidinha que morria de medo de perder a memória e, também, para ir contra o monopólio de conteúdo das redes sociais que imperam hoje em dia (além da não-transparência, impermanência e volatilidade de todas elas – papo para outro post), começo um projeto pra vida: o SAITEZINHO, lugar onde além de guardar as minhas produções textuais e etc, vou criar um Acervo com esse tanto de coisa que eu vou encontrando de legal na internet (de memes à tutoriais de costura). E, dessa vez, o objetivo é mantê-lo (o saitezinho com o acervo) até morrer (se até lá tiver como fazer post-lifetime-plan, quem sabe não permaneça no ar mesmo depois, né? rs).
OBS.: Ah, o acervo, usando Tainacan, vai em homenagem a essa Anita que adora organizar, sistematizar, catalogar, as coisas.
OBS.2: Vão ter postagens retroativas (dessas outras várias fontes de conteúdo que eu já tive ao longo da vida) sim! rs
tenho uma calça mega delicada que fiz a burrada de passar com o ferro quente demais e abriu toda… tinha usado só umas 3 vezes – titi. há uns meses ela estava na pilha de roupas pra consertar/ajustar, tentei recentemente aqueles remendos que colam com ferro de passar, mas ficou péssimo, horrível. então, decidi assumir o rolê e fiz um remendo super aparente (várias costuras, uma em cima da outra, em um milhão de direções, que chegam até a tensionar o tecido – que é bem levinho), que achei que ficou super legal e me remeteu ao espírito das roupas da Ventana.




fiquei pensando aqui que, mesmo odiando quando minhas roupas por algum motivo são danificadas (rasgam, mancham, etc), eu adoro as intervenções de conserto, um remendinho super aparente lá, outro acolá… o meu vestido favorito na vida* (que era de quem? óbvio: da diva, do meu ícone fashion, minha mãe), uma vez foi arrancado do varal por um dos cachorros da minha tia e foi rasgado em alguns pontos. após meu chilique (sim, dei chilique! mas mais pelo valor afetivo do que pela coisa em si), minha batian linda amada caprichosa talentosa, fez uns remendinhos nos buracos que o deixaram ainda mais charmoso, lindo e afetivo. juro! ficou quase um sashiko (que, na época, eu nem conhecia), ficou de uma delicadeza (claro, foi minha vózinha linda perfeita que fez, né)… lindin demais! passei a amá-lo mais ainda.
*um com um corte super lindo (que valoriza nosso corpitcho – até uns 15 anos atrás, mama ainda vestia ele e ficava perfect), vermelho com florzinhas azuis, hoje já com o tecido poidinho (quase desmanchando)





ganhei essa camisa de Fávero e nunca usava, pois achava meio difícil, rs. pois customizei e usei no mesmo dia!