



tenho uma calça mega delicada que fiz a burrada de passar com o ferro quente demais e abriu toda… tinha usado só umas 3 vezes – titi. há uns meses ela estava na pilha de roupas pra consertar/ajustar, tentei recentemente aqueles remendos que colam com ferro de passar, mas ficou péssimo, horrível. então, decidi assumir o rolê e fiz um remendo super aparente (várias costuras, uma em cima da outra, em um milhão de direções, que chegam até a tensionar o tecido – que é bem levinho), que achei que ficou super legal e me remeteu ao espírito das roupas da Ventana.




fiquei pensando aqui que, mesmo odiando quando minhas roupas por algum motivo são danificadas (rasgam, mancham, etc), eu adoro as intervenções de conserto, um remendinho super aparente lá, outro acolá… o meu vestido favorito na vida* (que era de quem? óbvio: da diva, do meu ícone fashion, minha mãe), uma vez foi arrancado do varal por um dos cachorros da minha tia e foi rasgado em alguns pontos. após meu chilique (sim, dei chilique! mas mais pelo valor afetivo do que pela coisa em si), minha batian linda amada caprichosa talentosa, fez uns remendinhos nos buracos que o deixaram ainda mais charmoso, lindo e afetivo. juro! ficou quase um sashiko (que, na época, eu nem conhecia), ficou de uma delicadeza (claro, foi minha vózinha linda perfeita que fez, né)… lindin demais! passei a amá-lo mais ainda.
*um com um corte super lindo (que valoriza nosso corpitcho – até uns 15 anos atrás, mama ainda vestia ele e ficava perfect), vermelho com florzinhas azuis, hoje já com o tecido poidinho (quase desmanchando)





ganhei essa camisa de Fávero e nunca usava, pois achava meio difícil, rs. pois customizei e usei no mesmo dia!