Combatendo a Desinformação em Tempos de IA

CURSO “COMBATENDO A DESINFORMAÇÃO EM TEMPOS DE IA” (ACADEMIA LUPA E KNIGHT CENTER):

Com Cristina Tardáguila e Raphael Kapa, da Agência Lupa.

MÓDULO 3:

– As três áreas onde sintéticos (conteúdos falsos criados por IA) mais aparecem e são checados: em contexto de política e eleições, em contexto de guerras e geopolítica e em contexto de fraudes e golpes.

– Em contexto de política e eleições: falas falsas de líderes, vídeos de campanha e manipulação de atos e multidões.

– Personalizar a IA que está usando pode ajudar no combate à desinformação – pois isso ajuda a ter um uso com a IA que seja responsável: “Seja claro, assertivo e conciso. Priorize informação verificada. Liste sempre suas fontes. Informe quando não tiver certeza de algo. Use o manual de jornalismo da empresa X”.

– Risk assessment? (Sugerir maneiras mais seguras de apresentar seu conteúdo)

– Prompt PACIF: Papel (Defina o papel que você deseja que a IA desempenhe); Ação (Direcione a ação desejada que você espera da IA); Contexto (Forneça informações e dados relevantes); Intenção (Declare sua intenção e direcione a resposta da IA para atender suas necessidades); Formato (Defina o formato da resposta desejada).

– Tem como criar agentes predefinidos no Gemini!- Uma política de uso de IA numa redação / num veículo de comunicação:

– Manus (usa fontes confiáveis e faz checagem em tempo real)!- Originality.ai.- Google Fact Check Explorer [xodózinho do pessoal da Lupa, rs]: indexa as checagens profissionais feitas pelos integrantes da IFCN (é como se fosse um Google de checagens – para você achar checagens já feitas).- AI is undermining OSINT’s core assumptions. Here’s how journalists should adapt – Reuters Institute: “Este artigo do Reuters Institute mostra como os modelos de linguagem (LLMs) podem ‘alucinar’ ao analisar imagens sintéticas, confirmando detalhes falsos como se fossem reais. O texto propõe uma mudança de mentalidade na investigação: Não basta achar as coordenadas no mapa; é preciso cruzar dados com fontes humanas, entender o contexto local e documentar cada passo da checagem para garantir a transparência. A leitura reforça que a tecnologia deve ser uma aliada para acelerar processos, mas o veredito final deve vir da combinação de transparência, contexto local e múltiplas fontes independentes.”

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– Onde os sintéticos mais aparecem?

– Em contexto político como os sintéticos são utilizados?

– Como usar a IA para combater a desinformação?

– Risk assessment?

– Prompt PACIF?

– “Se você pudesse criar um “assistente de IA” personalizado para o seu trabalho, qual seria a primeira tarefa repetitiva que você delegaria a ele? Como você faria isso? Quais limites você estabeleceria para esse “assistente” para garantir que a integridade da informação não fosse comprometida por uma possível “alucinação” da IA? Você já utiliza algum fluxo de trabalho (workflow) em que IA e humanos colaboram? Como tem sido essa experiência?”

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